O governo federal reconheceu decretos para 18 cidades do Espírito Santo prejudicadas pelas fortes chuvas. Duas foram de estado de calamidade pública e 16 de situação de emergência. A decisão foi publicada na edição desta quinta-feira (30) do Diário Oficial da União.
Os decretos foram assinados pelo secretário Alexandre Lucas Alves, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.
Fortes chuvas atingiram o Espírito Santo, começando no dia 17 de janeiro, em cidades do Sul. Os níveis dos rios subiram muito e destruíram construções e ruas. Isso fez com que Iconha, Vargem Alta, Alfredo Chaves e Rio Novo do Sul decretassem estado de calamidade pública. No dia 25 de janeiro, voltou a chover forte e mais cidades foram prejudicadas, tanto no Sul quanto no Norte do Estado.
Mais de 14 mil pessoas continuam fora de suas casas em consequência do temporal. Nove pessoas morreram, incluindo duas crianças.
Os prejuízos nas cidades fez com que mais prefeituras assinassem decretos em busca de ajuda financeira do governo federal. Iúna e Conceição do Castelo tiveram estado de calamidade pública reconhecidos pelo secretário Alexandre Lucas Alves.
Outras 16 cidades decretaram situação de emergência e também tiveram pedidos reconhecidos. São elas:
- Alegre
- Apiacá
- Bom Jesus do Norte
- Cachoeiro do Itapemirim
- Castelo
- Divino de São Lourenço
- Dores do Rio Preto
- Guaçuí
- Ibitirama
- Irupi
- Jerônimo Monteiro
- Mimoso do Sul
- Muniz Freire
- São José do Calçado
- Domingo Martins
- Marechal Floriano
Reconstrução deve custar R$ 500 milhões
Depois da chuva que atingiu o Sul do Espírito Santo, o governador do estado Renato Casagrande (PSB) informou, nesta terça-feira (28), que a reconstrução de estradas, pontes e imóveis dos municípios atingidos vai custar em torno de R$ 500 milhões.
Esse dinheiro será usado para reconstruir pontes, estradas e imóveis levados pela enxurrada.
“Acho que esse recurso chega perto dos R$ 500 milhões e será para a gente fazer a recuperação de quase 300 pontes, em torno de 600 a 800 moradias, da infraestrutura urbana”, informou o governador que acredita que o volume de recurso será suficiente para fazer parte desse trabalho.
Para a captação, Casagrande disse que orientou também os prefeitos dos municípios a preencherem o formulário para fazer esse pleito do recurso com o Governo Federal.
Fonte: g1






























