Suspeito de matar homem em Guarapari, ES, é preso 12 horas após o crime

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Um jovem de 19 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (23/06/2020) pela Polícia Civil cerca de 12 horas após participar do homicídio de um homem de 40 anos no bairro Kubitschek, em Guarapari.

A prisão do suspeito, que não teve a identidade revelada em razão da Lei de Abuso de autoridade, aconteceu no mesmo bairro onde a vítima foi assassinada com mais de 30 tiros na noite da última segunda-feira (22). O homem chegou a ser socorrido pela esposa, mas chegou morto ao hospital.

A Polícia Civil comunicou a prisão na manhã desta quarta-feira (24). Outros suspeitos ainda estão foragidos, mas a polícia não informou quantos eles são para não atrapalhar as diligências.

De acordo com o titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari, delegado Franco Malini, as investigações em curso indicam que o homem foi morto depois de ameaçar os jovens por estarem vendendo drogas próximo à sua casa.

Mas o delegado ponderou: “Não descartamos a possibilidade da vítima também realizar venda de drogas naquela área, causando um conflito entre eles”.

De acordo com Malini, o rapaz de 19 anos foi identificado por meio da motocicleta que ele utilizou para fugir após cometer o crime.

“Localizamos o suspeito transitando pelo bairro Kubitschek na mesma motocicleta que usou para fugir do local do crime. Ele foi detido e, em depoimento, não confessou que matou a vítima, mas afirma que havia sido ameaçado pela vítima horas antes do crime”, detalhou o titular da DHPP.

As investigações continuarão, a fim de localizar os demais suspeitos e apreender as armas utilizadas no assassinato.

“Nós chamamos a população, para cada vez mais colaborar com a polícia por meio do Disque-Denúncia 181, para que possamos tirar esses criminosos de circulação”, pediu Malini.

O jovem detido foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emboscada e perigo comum. Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Guarapari, onde permanece à disposição da Justiça.

Fonte: g1